terça-feira, 30 de abril de 2013
Influência Indígena.
Imagem retirada do site: Editora Melhoramentos.
Após leitura e busca feita no livro "Os Índios do Brasil", pude perceber que a linguagem indígena também está muito presente no nosso cotidiano.
Atualmente, na maior parte do nosso vocabulário, a influência indígena está incluída, algumas recebiam nomes diferentes antigamente, mas outras continuam com o mesmo nome, isso iria de acordo com a história.
Com o livro percebemos que essa influência está tão presente no nosso dia-a-dia e não nos damos conta disso, por falta de pesquisas e interesses.
Vale a pena saber mais sobre essa cultura, é sempre bom aprender mais.
Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Carta.
São Bernardo do Campo, 20 de março de 2013.
Minha amiga Chantal,
Minha amiga Chantal,
Vejo que você está feliz por voltar a vida que estava acostumada a ter novamente, mas também está triste, certo?
O Catu, o Alex e até mesmo o pessoal da aldeia vai deixar saudades, não é? Tudo o que vocês passaram lá foi inesquecível, tenho certeza, e pude ver isso no modo de como escreveu em seu diário. Nada mal o jeito que se acostumou por lá depois de ter descoberto o amor por Catu, para quem achava aquilo tudo horrível, não me imaginaria em seu lugar.
Em relação a Catu, estou me perguntando: o que o amor não faz com as pessoas? Mas percebo que tem medo, e muitas dúvidas também, se isso tudo um dia vai acabar, ou se realmente foi para valer. Fique tranquila, se for pra ser, será. E essa dor também vai passar. Ouvi dizer que quando é para dar certo, até os ventos sopram a favor...
Quem diria, logo você, que contava os dias para ir embora, agora conta os dias para voltar até lá.
Mas agora chega de tristezas, né? Estou morrendo de saudade, e muito feliz com a sua volta, três meses sem nos vermos não é fácil. Assim que chegar me ligue, quero saber de tudo, com detalhes!
Beijos, Bia.
Dando continuidade ao trabalho com o livro "Ekoaboka", esta foi a última tarefa a ser realizada.
A proposta era ler o diário de Chantal, que está no capítulo 6, e escrever uma carta em resposta a ele.
Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Notícia.
Representação dos desmatamentos.
Imagem retirada do site: Eco Urbana.
Os alertas de desmatamento na Amazônia Legal subiram 26% nos últimos sete meses, no intervalo entre 1º de agosto de 2012 e 28 de fevereiro de 2013, em comparação com o mesmo período anterior, de 1º de agosto de 2011 a 28 de fevereiro de 2012, segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (Inpe) divulgadas nesta-quinta.
Os dados, que incluem a degradação (desmatamento parcial) e o corte raso (desmatamento total) da floresta, foram registrados pelo sistema de detecção de desmatamento em tempo real do Inpe, o Deter que usa imagens de satélite para analisar a perda da mata em nove estados.
No total, 1.695 km² da floresta foram destruídos ou degradados nos últimos sete meses, área pouco maior do que o tamanho da cidade de São Paulo, de 1.521 km², de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Já entre 2011 e 2012, foram perdidos 1339 km² de mata, no mesmo intervalo de tempo.
Dando continuidade ao trabalho com o livro "Ekoaboka" e completando a tarefa citada abaixo, sobre relacionar uma música e notícia com algum capítulo do livro, escolhemos essa notícia que fala sobre o desmatamento na Amazônia, essa por sua vez, esta relacionada ao capítulo 3, que fala sobre os madereiros da ATC e o desmatamento em áreas que não são de sua propriedade.
segunda-feira, 29 de abril de 2013
Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Música.
Dando continuidade ao trabalho com o livro "Ekoaboka", recebemos outra tarefa de assimilar uma música, notícia, filme ou reportagem com um capítulo do livro, escolhemos a música "Índios - Legião Urbana", pois chegamos a conclusão de que tem semelhança com a cura da malária e a história de romance entre Catu e Chantal, e é claro, os índios, esses fatos estão presentes no capítulo 6. Colocarei aqui a letra da música e grifarei as parte que tem a relação citada a cima.
Letra:
Quem me dera ao menos uma vez
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Ter de volta todo o ouro que entreguei a quem
Conseguiu me convencer que era prova de amizade
Se alguém levasse embora até o que eu não tinha.
Quem me dera ao menos uma vez
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Esquecer que acreditei que era por brincadeira
Que se cortava sempre um pano-de-chão
De linho nobre e pura seda.
Quem me dera ao menos uma vez
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Explicar o que ninguém consegue entender
Que o que aconteceu ainda está por vir
E o futuro não é mais como era antigamente.
Quem me dera ao menos uma vez
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.
Provar que quem tem mais do que precisa ter
Quase sempre se convence que não tem o bastante
Fala demais por não ter nada a dizer.
Quem me dera ao menos uma vez
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Que o mais simples fosse visto
Como o mais importante
Mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente.
Quem me dera ao menos uma vez
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
Entender como um só Deus ao mesmo tempo é três
E esse mesmo Deus foi morto por vocês
Sua maldade, então, deixaram Deus tão triste.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes.
Quem me dera ao menos uma vez
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
Fazer com que o mundo saiba que seu nome
Está em tudo e mesmo assim
Ninguém lhe diz ao menos, obrigado.
Quem me dera ao menos uma vez
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.
Como a mais bela tribo
Dos mais belos índios
Não ser atacado por ser inocente.
Eu quis o perigo e até sangrei sozinho
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
Entenda
Assim pude trazer você de volta pra mim
Quando descobri que é sempre só você
Que me entende do início ao fim.
E é só você que tem a cura pro meu vício
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
De insistir nessa saudade que eu sinto
De tudo que eu ainda não vi.
Nos deram espelhos e vimos um mundo doente
Tentei chorar e não consegui.
Tentei chorar e não consegui.
Trabalhando com o livro "Ekoaboka" - Soneto.
Representação de Catu e Chantal
Imagem retirada do site: Mundo das Tribos.
"Catu e Itiraré"
Nosso encontro me faz duvidar que um dia eu te esqueça,
Ele é quem me faz relembrar
Toda inocência que se perdeu
Juntos vamos encontrar.
E o pouco que durou
Tenho certeza não vai me esquecer
Isso tudo foi pra valer!
Em uma viagem, um sonho bom
Na floresta tudo se transformou
Índio com abaé ninguém nunca imaginou.
A sabedoria do Criador
Deu um toque tão divinal
Luz das estrelas eu vou buscar,
Mesmo que esteja velhinha vou te esperar.
Soneto produzido por Aryane Ferreira, Beatriz Cruz e Myllena Gomes.
Criamos este soneto a partir da leitura do livro "Ekoaboka",
e está relacionado com o capítulo 6, que fala sobre a história de Catu e Chantal.
domingo, 28 de abril de 2013
Ekoaboka - Jornadas na Amazônia
Imagem retirada do blog: PixeLeitor.
O livro "Ekoaboka - Jornadas na Amazônia" conta a história de uma família que foi passar as férias na Amazônia, ficaram durante 3 meses em uma aldeia no meio da floresta Amazônica, chamada abakêbyra, e se instalaram em um barco-casa, como foi apelidado por eles.
Durante esse tempo muitas mudanças ocorreram, claro que não ia ser fácil se acostumar naquele lugar, principalmente para Chantal, que era filha de Marina. A garota era meio patricinha, teve que deixar a praia, o shopping e os amigos no Rio de Janeiro para ficar naquele fim de mundo, como dizia.
O real motivo dessa viagem, é que Leo - marido de Marina - tinha que fazer pesquisas para encontrar a cura da doença da malária, e não podiam voltar antes disso.
Lá na aldeia, Alex, filho de Leo, se acostumou fácil com o ritmo de vida e cultura dos índios, era como se já tivesse vivido aquilo no passado. Ele e sua irmã não tinham uma relação muito boa, mas isso muda a partir do momento em que conhece Catu, o menino por quem se apaixonou e passou coisas inesquecíveis ao seu lado e o menino que mostrou toda a aldeia para Alex, de fato viraram grandes amigos.
Babu era quem ajudava Leo nas pesquisas, e quando descobrissem o ingrediente que faltava para a conclusão da pesquisa, iria ficar sozinho, pois durante todo esse tempo que ficou com eles, era como se fizesse parte da família também.
Chegando o dia da despedida, Alex decidiu que iria ficar na aldeia até as próximas férias, achava que ainda tinha muita coisa para aprender e queria ser antropólogo. O que restaria seria a saudade - e que saudade - de tudo que viveram e aprenderam nesses últimos tempos.
"Ekoaboka" significa mudanças, e de uma maneira ou de outra, foi o que aconteceu com todos ali, todos se renovaram, e saíram com um novo propósito, uma nova pessoa.
Quase sem querer - Legião Urbana
Marina era uma menina solitária, tinha 16 anos e sofria por um amor não correspondido, estava confusa, não sabia ao certo o que estava sentindo, mas sabia que eram problemas típicos da adolescência, era só uma fase ruim, logo iria passar.
O menino se chamava Pedro, era um ano mais velha que ela, tinha cabelos loiros e olhos azuis, era bastante carinhoso e se sentia culpado por não gostar da garota, da mesma maneira que ela gosta dele, não podia fazer nada, além de falar a verdade, não queria deixá-la triste, mas também não queria iludi-la.
Todo mundo sabia dos sentimentos da garota, isso foi motivos de piada pelo fato de a garota ser tão idiota a ponto de gostar de alguém que não gosta dela também, sem dúvidas a escola era a pior parte do seu dia. Chegando em casa começava a pensar em tudo que estava acontecendo, fez uma música falando sobre seus sentimentos, chamou-a de "Quase sem querer" e nela dizia que não precisava provar nada para ninguém e nem escutar o que os outros dizem. Decidida, resolveu que iria mostrar a música para o menino, nada ruim poderia acontecer e tudo poderia mudar.
Na escola, esperou Pedro chegar e foi logo cantando, o menino sem saber o que fazer, apenas lhe deu um beijo, e disse que os dois podiam se dar uma chance, vai que... desse certo.
Texto de Beatriz Cruz.
sexta-feira, 26 de abril de 2013
A felicidade está de volta.
Representação de Marcela.
Imagem retirada do blog: Caravana da Vampira.
Marcela têm 16 anos, mora com seus pais em uma casa próxima á sua escola. É uma menina calma e extrovertida, mas ultimamente alguns problemas estão mexendo muito com ela.
No caminho de volta da escola, começou a pensar em tudo que estava acontecendo consigo mesma. Dúvidas e mais dúvidas rodeavam a sua mente. Problemas na escola tinha alguns, mas a pior parte eram as brigas frequentes com seus pais. A menina nunca recebeu carinho da parte deles, toda sua atenção ia para a sua irmã mais nova, por isso vivia trancada em seu quarto, com seu notbook e seus livros, em um "mundo" que era só dela.
Ela sentia falta de ter pais presentes em sua vida, isso lhe fazia mal."O que faço? Ficar assim não dá mais", então foi falar com eles, deu um forte abraço e falou que os amava. Os pais perceberam o quanto eram duros com a menina, o tanto de tempo que haviam perdido por não ficarem ao lado dela e que por um momento ainda eram "pais e filhos", pediram desculpas, como esperado, e a partir daí tudo se transformou, começaram a ter uma ótima relação e uma nova vida com mais alegria. Somente agora, reinava naquela casa, algo que não acontecia á muito tempo: a felicidade, que se torna rotina.
Texto de Beatriz Cruz.
São Bernardo do Campo, 04 de março de 2013.
Querida, Vitória.
Soube que você está organizando uma campanha, com o intuito de fazer as pessoas refletirem sobre a importância da água. Gostaria muito de poder ajudar e participar também.
Vi passando em uma reportagem que o consumo exagerado de água está crescendo cada vez mais e daqui a alguns anos ela poderá acabar, mas acho que isso não é novidade para ninguém e mesmo assim as pessoas não tem consciência do quanto ela é importante.
A minha proposta é o seguinte: podemos fazer palestras falando sobre a importância da água, o que podemos fazer para economizar e como podemos reaproveitar, e até mesmo fazer um vídeo simulando como seria a nossa vida sem a água, o que acha?
Você deve estar estranhando toda essa minha empolgação, tive uma conversa com o meu avô, e ele me disse o que eu também já sabia, que provavelmente nas gerações futuras não existirá mais água, e queria que as pessoas também pensassem nisso, passassem por toda essa preocupação, até porque devemos pensar uns nos outros e devemos cuidá-la para que não se acaba, isso é um bem nosso, só nosso, não acha?
Me escreva logo!
Beijos, Beatriz.
domingo, 21 de abril de 2013
Amizade é tudo
Representação das dunas.
Imagem retirada do blog: Friend Legal.
No clarão do meio-dia, Pedro caminhava pela terra seca e árida. O sol estava ardente. Assim que subiu o morro, após as dunas de areia avistou um grupo de jovens que faziam uma excursão, a maioria deles já pareciam ser amigos. Pedro resolveu ir até lá para se enturmar com o pessoal já que estava sozinho. O pessoal era muito legal, foi fácil para o garoto ficar a vontade entre eles.
Todos conversavam e riam muito.
Pedro ficou olhando para uma garota e decidiu ir até lá falar com ela, seu nome era Bruna, se afastaram do grupo por um instante, caminhavam e conversavam. Já estava ficando tarde, quando se deram conta de que estavam perdidos, a conversa estava muito boa e acabaram perdendo a noção do tempo. Sem saber o que fazer começaram a gritar, mas é claro que ninguém os ouvia.
Para piorar a situação, uma serpente atinge os pés de Bruna, o garoto tirou sua camisa e amarrou em seus pés, na tentativa de fazer um "curativo" até que encontrassem o pessoal. Caminharam mais um pouco e avistaram uma casa, estava vazia, então entraram. Mal sabiam que estavam caindo em uma "armadilha". O dono da casa entrou dando risadas, não era um homem bom, ele que havia colocado a cobra naquele lugar, pois já havia avistado os dois enquanto caminhavam.
O pessoal da excursão deram falta da presença dos dois e foram procurá-los.
O homem apontou uma arma. Pedro e Bruna ficaram com muito medo, mas para a surpresa de todos, seus amigos chegaram, por coincidência já haviam passado por aquela casa, amarraram o moço e tiraram a arma de sua mão. Bastante corajosos arriscaram a própria vida para salvá-los. Eles disseram:
- Amizade é isso né? Estar um do lado do outro, não importa onde e como for.
Todos se abraçaram a foram embora.
Já, Pedro e Bruna deram início a uma história de amor.
Texto de Beatriz Cruz.
sábado, 20 de abril de 2013
Ser feliz e mais nada!
Representação da menina com câncer.
Imagem retirada do site: Truques de maquiagem.
Num dia de domingo, peguei um ônibus às 14hrs, tinha combinado com uns amigos de nos encontrarmos no shopping.
Ao meu lado sentou uma menina negra, tinha pouco cabelo, mas era linda.
Em uma das paradas entrou um grupinho de garotos, eles davam risadas altas e brincavam demais. Ficaram em pé na nossa frente, nem ligamos e comecei a puxar conversa:
- Oi, meu nome é Beatriz, tudo bem?
- Tudo sim, meu nome é Manoella.
- Desculpa perguntar assim, mas o que aconteceu com o seu cabelo?
- Tive uma doença, já estou curada, mas já está nascendo...
Elas pararam e perceberam que os meninos estavam escutando toda a conversa, então começaram a fazer brincadeirinhas de mal gosto: "carequinha", "ainda por cima negra..."
Sem pensar em nada, Manu respondeu:
- Tenho muito orgulho de ser negra e não tenho nenhum problema em não tem muito cabelo ainda, existem perucas e optei por deixar assim mesmo, não preciso esconder o que sou para agradar pessoas assim como você, que precisam fazerem os outros se sentirem mal, para poder ser feliz.
Descemos do ônibus e ela falou:
- Não importa como for, seja você e seja feliz, isso é o que realmente importa.
Com brilho nos olhos, somente dei um sorriso, e cada um foi para seu lado.
Texto de Beatriz Cruz.
Índios no Brasil - Quem são eles?
Antes de assistir o vídeo "Índios do Brasil" tinha uma visão diferente. Pensava que eles eram pessoas meio ruins, que faziam mal para a população, pois viviam fazendo rituais, enquanto suas mulheres ficavam em casa, fazendo seus trabalhos domésticos e cuidando de seus filhos.
Hoje vejo que não é mais assim, a maioria dos índios mudaram para as cidades, e nem por isso deixaram seus princípios de lado, sua cultura só não será mais mostradas para os outros.
Diferente de uma visão que nos ensinam desde infância, os índios hoje trabalham e estudam da mesma maneira que todos nós. Mas ainda sim existe o tal preconceito, por parte de pessoas esnobes. Mas que é algo muito ruim para todos, pois eles buscam viver da mesma maneira, buscando outras culturas e formas melhores de viverem e se sustentarem.
As Cerejas - Lygia Fagundes
Imagem retirada do blog: Ideia Subalterna.
Os preparativos estavam a mil, Júlia corria pela casa tentando organizá-la e ajudar sua madrinha e a empregada Dionízia, para a chegada de sua Tia Olívia.
Quando a Tia Olívia chegará, via-se que ela era uma mulher elegante, vaidosa e bem vestida, ela estava com um decote enorme e um colar de cerejas, que por sinal, chamou bastante atenção de Júlia, pois a garota só havia visto cerejas em folhas de papel. Junto com Tia Olívia veio Marcelo, e em um dia de chuva, aos verem os dois com corpos entrelaçados, a menina se assuta, chora e chega a ficar doente.
Se passaram os dias e Marcelo foi embora sem se despedir, e dois dias depois Olívia também foi, deixando de lembrança as cerejas para sua sobrinha que havia ficado encantada.
Laços de Família - Clarice Lispector
Imagem retirada do site: Rocco.
Severina foi fazer uma visita para sua filha Catarina, onde ficou duas semanas em sua casa. Severina era uma mulher severa, e insistia julgar o modo como Catarina educará seu filho. Ela, com paciência, ficava calada, mas seu marido se irritava. Tal motivo fez gerar confrontos no período em que a mulher estava lá. Ambos não se suportavam, mas na hora da despedida, se trataram com bastante delicadeza.
As duas semanas se passaram e Catarina levou sua mãe para a estação.
Enquanto estavam no caminho, dentro do táxi, uma freada fez com que as duas fossem jogadas uma contra a outra, e uma intimidade entre corpos já esquecida, veio a tona. Evitaram trocar olhares até a estação, pois nunca foram de demonstrar carinho entre si, diferente de seu pai, que era muito próxima.
Quando a campainha tocou, as duas se olharam, com uma vontade de dizer algo, dizer que eram mãe e filha, mas nenhuma palavra foi dita, e Severina se foi.
Chegando em casa, estava diferente, disposta a usufruir de tudo que a vida lhe oferecia. Seu marido estava no sofá, lendo o jornal e seu filho estava no quarto, distraído, tentando chamar sua atenção com uma toalha, foi o momento em que o garoto lhe chamou de "mamãe".
Os dois saíram, seu marido Antônio achou estranho, pois Catarina costumava ter seus momentos de felicidade sozinha, depois os três saíram para jantar e ir ao cinema e chegaria noite que quebraria todas as outras que se passaram.
Leia o conto: aqui.
domingo, 14 de abril de 2013
O Búfalo - Clarice Lispector
Representação do Búfalo.
Imagem retirada do site: Sindi Notícias.
O conto fala sobre uma mulher que foi ao zoológico para tentar encontrar o ódio nos animais, pelo fato de ter sido rejeitada pelo homem que ama, queria também odiar aquele que a machucou.
A personagem era uma pessoa solitária e estava à procura de si mesma, e procura se identificar com os animais, pois acredita que os mesmos, por viverem presos, devem odiar os outros.
Chegando lá, fica revoltada, porque diante de todos os animais, e até mesmo um leão, que acreditava que fosse o mais violento, estava demonstrando um ato de amor. Continuando sua busca percebeu que só estava encontrando coisas boas e sentimentos bons nos animais, e isso a deixou com mais raiva ainda.
Até que encontra o búfalo, e sem perder as esperanças, a mulher percebeu que o animal a olhava, e ela olhava disfarçadamente, com seu coração acelerado. O ódio nasceu dentro dela; o búfalo encarou-a de longe e a mulher não recuou. "Eu te amo, disse ela para o homem cujo grande crime impunível era o de não querê-la. Eu te odeio, disse implorando amor ao búfalo. Ela estava "presa" ali e antes deu seu corpo cair no chão, apenas viu o céu e o búfalo.
domingo, 7 de abril de 2013
Felicidade Clandestina - Clarice Lispector
Imagem retirada do site: Livro e café.
O conto retrata a história de uma menina que é apaixonada pela leitura.
Uma de suas colegas da escola era filha de um dono de uma livraria, mas para sua tristeza, a garota era malvada e egoísta.
A menina prometeu lhe emprestar o livro "As reinações de Narizinho", de Monteiro Lobato, só precisava passar em sua casa no dia seguinte. Toda esperançosa a menina vai até lá, e a outra, por sua vez, disse que já havia emprestado o livro para outra pessoa, e que deveria voltar novamente no dia seguinte, assim fez, mas isso se repetiu por muitas vezes, até que por estranhar a ida da menina a sua casa todos os dias, a mulher do dono da livraria, perguntou o que estava acontecendo. Quando entendeu tudo, disse que o livro nunca tinha saído de sua casa. Num ato de bondade, disse a menina apaixonada pelos livros que poderia levá-lo e ficar com ele quantos dias quisesse.
A felicidade da garota era infinita, ficava olhando o livro por horas e horas, lia algumas páginas, depois parava, e assim por diante, pois a partir do momento em que pegou o livro, dizia que "não era uma menina com um livro: era uma mulher com um diamante".
Leia o conto: aqui.
Feliz Aniversário - Clarice Lispector
Imagem retirada do blog: Letras mal escritas.
O conto mostra como a infelicidade pode estar escondida atrás de sorrisos e fingimentos. Ele conta a história de D. Anita, uma senhora que completa oitenta e nove anos, mãe de sete filhos e que mora com sua filha Zilda, que por sua vez decide fazer uma festa para comemorar o aniversário de sua mãe. Ela se vê responsável por fazer aquilo, mas se sentia revoltada por ser a única a organizar tudo, sem nenhuma ajuda de seus irmãos ou cunhadas. E aos poucos a família vai chegando.
A festa era para ser um momento especial para todos que estavam ali presentes, exceto pelo fato de que estavam ali apenas por obrigação, apenas para não deixarem de comparecer e apenas para dar a impressão de que ainda existia algum laço familiar entres eles.
D. Anita como não era ingênua, percebe o que estava acontecendo e fica decepcionada, por dentro, despreza os filhos falsos que criou.
Ela cospe no chão, como um ato que manifesta que os laços familiares não existem mais, o que também provocou raiva em Zilda.
Logo cantaram os parabéns, para que uma felicidade que já foi dada como falsa não demorasse bastante para acabar e todos fossem embora. A festa no fim foi feita apenas por aparências e falsidade.
Leia o conto: aqui.
sexta-feira, 5 de abril de 2013
Amor - Clarice Lispector
O conto fala sobre uma personagem chamada Ana, ela era uma dona de casa e sempre muito organizada. Tinha um marido, filhos e uma boa casa.
Quando voltava de um dia de compras para fazer o jantar, dentro de um bonde, avistou um cego mascando chiclete, isso realmente a impressionou. O fato daquele homem estar mascando chiclete, com a maior naturalidade incomodou Ana, pois apesar de tudo ele parecia ser uma pessoa feliz. Isso fez ela se lembrar da vida monótona que tinha, porque a felicidade já não estava mais presente, ela costumava dizer que: "sem a felicidade, também se vive".
Ana estava distraída quando o bonde partiu e seu saco de tricô caiu. Sem saber o que fazer, dá um grito, como um pedido de ajuda. A rede de tricô soltou-se de sua mão, o ovos que estavam dentro, caíram e quebraram. Mas o que não esperava era que a pessoa que fosse lhe ajudar era o cego. Essa situação fez com que ela tivesse um momento reflexivo consigo. Ao voltar para casa, já não era mais a mesma, seu amor pelos filhos, marido e até por si própria havia aumentado, Ana tinha encontrado sua auto-estima.
A partir daquele momento, Ana só precisava de atenção e amor, para entender o que estava acontecendo consigo. Encontrou isso no abraço de seu marido, que afastava dela o perigo de viver.
Leia o conto: aqui.
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Seja Bem-Vindo!
Sou Beatriz Cruz, tenho 14 anos, gosto muito de ler, porque aprendo muito com a leitura, conheço novas coisas, culturas e palavras, ler aprofunda o nosso conhecimento. Este é um blog didático, solicitado pela professora de português da Rede SESI, Ilvanita. Tivemos como orientações publicar sínteses de contos lidos e trabalhados em sala de aula, assim como livros e produções textuais. Aqui você também poderá encontrar dicas de filmes, músicas, poesias, frases e livros, é sempre bom descontrair um pouco, não é? Aproveite.
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Para ler e pensar
“Tô me afastando de tudo que me atrasa, me engana, me segura e me retém. Tô me aproximando de tudo que me faz completo, me faz feliz e que me quer bem. Tô aproveitando tudo de bom que essa nossa vida tem. Tô me dedicando de verdade pra agradar um outro alguém. Tô trazendo pra perto de mim quem eu gosto e quem gosta de mim também. Ultimamente eu só tô querendo ver o ‘bom’ que todo mundo tem. Relaxa, respira, se irritar é bom pra quem? Supera, suporta, entenda: isento de problemas eu não conheço ninguém. Queira viver, viver melhor, viver sorrindo e até os cem. Tô feliz, tô despreocupado, com a vida eu tô de bem.” - Caio Fernando Abreu.
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